Japonesa de 99 anos joga videogame todos os dias há mais de 26 anos

Ela afirma que 'Bomberman' a ajudou a ter melhor coordenação motora.
No seu console NES, ela sopra o cartucho antes de colocá-lo no aparelho.

Do G1, em São Paulo 
 
Uma japonesa de 99 anos joga videogame todos os dias, hábito que mantém há 26 anos. Em entrevista para uma emissora de TV do Japão, Umeji Narisawa afirmou que fã do game "Bomberman", do console NES, e que jogar videogame ajudou a ter uma boa coordenação motora e memória ágil.

Ela afirma que conheceu o console ao ver seus netos jogando. Hoje, consegue terminar "Bomberman", que exige controlar o herói em um labirinto, explodindo bombas para abrir passagens e eliminar os adversários, com facilidade.

Como truque para fazer o game funcionar em seu velho videogame, Narisawa sopra o cartucho antes de colocá-lo no videogame.

Uso do Facebook pode deixar adolescentes narcisistas, diz estudo

Jovens apresentaram comportamento mais agressivo, segundo pesquisador.
Rede social fez adolescentes criarem empatia virtual.

Do G1, em São Paulo 
 
Facebook rede social (Foto: Reuters)
Facebook em excesso pode prejudicar
adolescentes (Foto: Reuters)
Um estudo sobre o uso em excesso do Facebook por adolescentes apontou que os jovens podem desenvolver traços narcisistas, ter comportamento antissocial e tendências agressivas. Os problemas, segundo a pesquisa do professor de psicologia da Universidade da Califórnia Dr. Larry Rosen, foram observadas entre os mais de 1 mil adolescentes entrevistados para o trabalho.
Ele enviou mais de mil questionários por computador e observou 300 adolescentes por 15 minutos usando o computador. O estudo aponta que, além de os jovens que mais usam a rede social apresentarem traços narcisistas, eles também tiveram problemas psicológicos, comportamentos antissociais, manias, tendências agressivas, distúrbios do sono, dores de estômago, ansiedade e depressão.
Ainda, Rosen afirma que os jovens tiveram queda nas notas escolares e perda na atenção durante as aulas.
Entretanto, o pesquisador aponta que os jovens que usam a rede social conseguiram desenvolver o que ele chama de "empatia virtual". Ao conversar com amigos, os adolescentes conseguem passar empatia, o que é bem recebida pelos jovens, tendo grande influência no seu humor.

Suporte para iPhone e iPad imita torneira aberta

Jaguchi permite colocar tablet e celular em posição para leitura.
Preço e data de lançamento ainda não foram divulgados.

Do G1, em São Paulo 
 
Suporte iPad iphone água (Foto: Divulgação)
O suporte feito pela fabricante Elecom que permite colocar o iPad em uma posição para leitura, por exemplo, imita uma torneira aberta. O acessório está disponível em dois tamanhos e em quatro cores (transparente, preta, azul e branca) (Foto: Divulgação)
Suporte iPad iphone água (Foto: Divulgação)
Chamado de Jaguchi, o acessório da fabricante japonesa ainda não tem preço oficial e data de lançamento divulgados (Foto: Divulgação)

Apple processa lojas de Nova York por violação de marca registrada

Mais de 50 estabelecimentos foram acusados pela companhia.
Lojas vendiam capas e outros acessórios falsificados usados em aparelhos.

Da Reuters 
 
Vendedor de uma falsa Apple Store em Kunming, capital da montanhosa província chinesa de Yunnan, mostra o dedo para um fotógrafo. Com o logotipo da Apple, mesas de madeira e atendentes entusiasmados, a loja parece original, não fossem os artigos falsos. (Foto: Reuters/China Daily)
Loja falsa da Apple na China vende artigos falsos.
Em Nova York, companhia processou mais de 50
estabelecimentos por violação dos direitos da
marca e por vender produtos falsificados
(Foto: Reuters/China Daily)
A Apple venceu uma ordem de restrição temporária e uma liminar contra várias lojas em Chinatown, seção do bairro de Queens, em Nova York, que vendiam capas e outros acessórios para seus produtos.
O processo da companhia, que acusa as lojas de infringir as marcas registradas da Apple, ocorre em meio a notícias recentes sobre a descoberta de uma série de lojas falsas da Apple na China.
A Apple entrou com uma ação acusando duas lojas de infração de marca registrada: a Apple Story e a Fun Zone, assim como vários outros negócios, incluindo 50 cujos nomes não foram revelados.
Advogados da Apple não retornaram o pedido de comentário nesta sexta-feira (5), nem os advogados dos réus. Um empregado da Apple Story disse que a companhia não discutiria o caso. A Fun Zone não pode ser imediatamente contatada.
O processo se segue à descoberta de uma loja falsa da Apple na China, na qual os próprios funcionários acreditavam estar trabalhando para a fabricante do iPhone e do iPad.
Quatro outras lojas que vendiam produtos da Apple sem autorização foram descobertas posteriormente na China.

'Rei do Spam' é preso após enviar 27 milhões de mensagens no Facebook

Sanfored Wallace irá enfrentar 11 acusações de fraude.
Ele desenvolveu programa para burlar proteção da rede social.

Da Reuters 
 
Facebook rede social (Foto: Reuters)
'Rei do Spam' usou Facebook para enviar
mensagens (Foto: Reuters)
Sanford Wallace, conhecido como "Rei do Spam", se entregou para autoridades norte-americanas após ser acusado de arquitetar um esquema que enviou mais de 27 milhões de mensagens não solicitadas por meio de servidores do Facebook.
O homem de Las Vegas se entregou para agentes do FBI e irá enfrentar 11 acusações de fraude, danos intencionais a um computador protegido e desobediência criminal por violar ordens anteriores de ficar longe das redes sociais Facebook e MySpace, afirmaram procuradores da Califórnia no fim da quinta-feira (4).
Wallace, de 43 anos, desenvolveu um programa para evitar os filtros de spam do Facebook e postou mensagens encorajando usuários a visitar um site, supostamente de um amigo, de acordo com a acusação formal aberta na quinta-feira.
Em vez disso, usuários desavisados foram incitados a fornecer seus e-mails e senhas e, então, redirecionados a um site afiliado que dava a Wallace "receita substancial" por direcionar o tráfego, afirmou a acusação.
O programa de Wallace coletava as informações, incluindo listas de amigos, e enviava mensagens de spam para eles.
Contas de cerca de 500 mil usuários do Facebook foram comprometidas entre novembro de 2008 e março de 2009, com o envio de mais de 27 milhões de mensagens, afirmaram procuradores federais.

Talvez esteja na hora de desinstalar o antivírus de seu computador

Depender de programa para se sentir seguro é indício de problemas.
Mudança de hábitos e uso consciente do PC são barreiras mais eficientes.

Altieres Rohr Especial para o G1*
 
Header Coluna Altieres - Segurança Digital (novo nome - ATENÇÃO) - VALE ESSE - ULTIMO - FINAL (Foto: Editoria de Arte/G1)
Há muitos anos, o conselho de utilizar um antivírus se enraizou no ramo da tecnologia e não mais saiu – tornou-se incontestável e dispensa evidências. Enquanto muitos usuários se preocupam com o melhor antivírus, não parecem se preocupar com a eficiência do antivírus em si. E se mesmo o melhor antivírus não for capaz de proteger? A realidade, porém, é exatamente essa: mesmo o melhor antivírus vai falhar, e ele só precisa falhar uma vez para que seu computador seja infectado.


Um exemplo: a pergunta mais comum a esta coluna sempre foi: “qual o melhor antivírus?”. Agora que usuários de Mac OS X estão se tornando alvo de pragas digitais, a pergunta mais comum deles é: “tem algum antivírus para Mac?”.
E enquanto se procura por uma solução “antivírus”, detalhes passam despercebidos: no caso do Mac, as configurações no Safari que poderiam dificultar a ação dos criminosos, e a atenção redobrada na hora de executar programas – dicas que poderiam evitar o contato com as pragas digitais e dispensar o antivírus de qualquer trabalho.
O antivírus hoje é útil apenas para o mais simples dos ataques – aquele que utiliza uma técnica já conhecida ou um código igual ou semelhante a outro que já foi usado. Para qualquer outro caso, o software não terá nenhuma chance. É por isso que, apesar do uso do antivírus ser inquestionável e comum, os vírus simplesmente não desaparecem e fraudes continuam se propagando.
Quem se expor aos riscos será infectado independentemente de possuir um antivírus. As pragas de hoje são renovadas todos os dias, recicladas e empacotadas de maneira que os softwares de segurança não as reconheçam mais. E embora eles às vezes consigam detectar as pragas novas, basta que uma consiga passar pela proteção. Crer na eficácia completa do antivírus como ferramenta de proteção vai contribuir apenas para uma sensação falsa de segurança.
De qualquer forma, essa verdade inquestionável apenas favorece as empresas antivírus. Certamente, não há nada mais fácil do que vender um produto que todo mundo está convencido de que precisa, ainda mais quando estas mesmas empresas são autoridade na divulgação de novas ameaças, aumentando o medo do usuário em ficar desprotegido. Mas o programa não é absolutamente indispensável.
Hoje, antivírus estão atrás dos vírus. Gráfico de 2008 da companhia antivírus Ikarus ilustra a mudança na indústria (Foto: Divulgação/Ikarus)
Antivírus hoje já não estão ganhando a guerra contra os vírus. Desenho de 2008 da companhia de antivírus Ikarus ilustra a mudança na indústria (Foto: Divulgação/Ikarus)
 
Ineficiência dos produtos
 
Em 2006, a respeitada revista Consumer Reports resolveu criar códigos maliciosos para testar antivírus. Os resultados foram péssimos – nem as técnicas mais avançadas dos softwares conseguiram detectar os vírus criados para o teste da revista. No entanto, as companhias antivírus criticaram o teste e consideraram que ele violou a ética estabelecida na área por “criar pragas digitais”.
Ou seja, além de produzir os antivírus, são os próprios fabricantes que ditam como seus produtos serão avaliados.
O que o teste mostrou não deixa de ser verdade: eles apenas demonstraram a completa inutilidade dos antivírus diante de ataques direcionados, nos quais um criminoso irá, sim, desenvolver uma praga específica para seu ataque. Logo, empresas precisam de outras medidas além de um antivírus para detectar essas ameaças em sua rede.
Em outras palavras, um antivírus só funciona quando se supõe que o ataque está dentro do esperado. Esses são os ataques mais comuns diariamente, mas também são os mais fáceis de serem identificados pelo próprio internauta, desde que se tenha alguma consciência e prática.
 
Cercando os ataques
 
Embora a recomendação geral seja contra a instalação de dois antivírus, você pode testar arquivos suspeitos gratuitamente, via web e sem instalar nenhum programa, em 40 softwares no VirusTotal (http://www.virustotal.com). Ainda existem exames que você pode fazer pela internet, sem ter um software em execução o tempo inteiro no PC – também de graça.
Ou seja, é possível se apropriar das tecnologias dos antivírus quando houver dúvidas e ter respostas imediatas quanto aos riscos de cada arquivo.

 
Antivírus não protege seus dados – isso é tarefa do backup em pen drives, DVDs ou HDs externos, e de softwares gratuitos como o SyncToy (Foto: Reprodução)
Antivírus não protege seus dados – isso é tarefa do
backup em pen drives, DVDs ou HDs externos, e de
softwares gratuitos como o SyncToy
(Foto: Reprodução)
Vale lembrar que muitas das pragas que um antivírus detecta – especialmente durante a navegação – são inofensivas. No pior dos casos, é um código malicioso incapaz de atacar seu computador - pelo menos se você estiver com as atualizações do sistema em dia; se não estiver, nada poderá salvar o PC de uma contaminação. Alguns antivírus chegam ao ponto de detectar meros cookies, que são completamente inofensivos – e às vezes sem indicar isso adequadamente ao internauta. Tudo numa tentativa de “mostrar serviço”.
Para se proteger dos vírus que apagam dados e de falhas físicas no disco rígido e no computador, é preciso ter um backup, ou seja, uma cópia de segurança (adicional) atualizada dos arquivos. Isso significa que o antivírus não deve ser considerado como protetor dos seus arquivos – essa é a tarefa do backup.

Quem utiliza um usuário limitado no Windows pode se ver livre de qualquer infecção, exceto as mais sofisticadas, apagando e recriando o usuário. E se a infecção for uma dessas sofisticadas, o antivírus também provavelmente foi deixado para trás.
Versões recentes do Office (2007 e 2010) são praticamente imunes a vírus em seus documentos: elas exibem um alerta e confirmam a execução, normalmente desnecessária para a leitura do conteúdo do arquivo. A Microsoft está também disponibilizando uma ferramenta que analisa a estrutura de documentos do Office para impedir a abertura de arquivos maliciosos – lembrando que o Office também deve ser sempre atualizado.
Se você sabe identificar links suspeitos e consegue controlar a curiosidade em redes sociais, o campo de atuação restante para um antivírus é pequeno.
Quando nada pode indicar o momento mais seguro para avançar, é preciso prestar atenção e aprender a identificar o risco (Foto: Reprodução)
Quando nada pode indicar o momento mais
seguro para avançar, é preciso prestar atenção e
aprender a identificar o risco (Foto: Reprodução)
Testes em cidades européias apontam que motoristas tomam mais cuidado depois que semáforos foram retirados de avenidas, diminuindo acidentes e dando fluidez ao tráfego. Sem o “semáforo” ditando se seu computador está seguro ou não, é bem provável que você consiga prestar mais atenção nas situações de risco presentes na internet e perceber o que falta em suas atitudes para estar realmente protegido.
Se você considerar que antivírus não podem proteger o computador, e quem sabe até tentar desinstalá-lo por uns tempos para ver o que acontece, o que você faria para se proteger de pragas digitais?
Se você descobrir que faria algo diferente, provavelmente é esse hábito atual que está errado, tornando seu PC e seus dados vulneráveis aos vírus. Se você se sente inseguro ou que falta informação, é essa informação que deve ser buscada.
Embora os antivírus tenham um papel importante, especialmente em empresas e computadores públicos – que dificilmente têm controle sobre os seus usuários -, quem tem PC em casa precisa considerar outras medidas para se proteger. É mais eficiente atualizar sempre o sistema, cuidar dos plugins do navegador e criar cópias de segurança dos seus arquivos. O antivírus, ao contrário do que sugere o nome, já não é suficiente para proteger contra vírus.

PMDB tira site do ar e vai à polícia após invasão de hackers

Invasores deixaram mensagem contra desvio de verbas em obras da Copa.
Site deve voltar ao ar na segunda; partido vai pedir investigação da autoria.

Do G1, em Brasília 
 
Imagem na página do PMDB na internet (Foto: Reprodução)
Imagem na página do PMDB na internet na tarde
deste domingo (Foto: Reprodução)
O site do PMDB, partido do vice-presidente da República, Michel Temer, foi invadido por hackers neste domingo (7). A assessoria informou que o partido vai pedir à polícia que investigue a autoria do ataque.
Os invasores inseriram no site uma falsa notícia, cujo título dizia que a Copa de 2014 "só serve de motivo para desviar mais dinheiro." Abaixo do título, foi colocada a imagem de uma caveira. Também era possível ler o nome "azenha" em azul.
A assessoria do PMDB informou que a invasão foi identificada por volta das 13h deste domingo e, minutos depois, o site foi tirado do ar para que a administradora pudesse fazer uma avaliação.
O site só deve voltar ao ar nesta segunda-feira pela manhã. A assessoria não soube informar com exatidão a que horas o ataque aconteceu nem de onde partiu.
Em junho, sites de instituições públicas e órgãos de governo, entre os quais o da Presidência da República, foram alvos de uma série de ataques virtuais.

Hackers afirmam ter roubado dados de 70 agências policiais dos EUA

Ação foi realizada em represália à detenção de membro do grupo.
Britânico de 18 anos foi preso suspeito de ser porta-voz dos hackers.

Do G1, em São Paulo, com informações de agências internacionais* 
 
Jake Davis, de 18 anos, deixa o tribunal em Londres nesta segunda-feira (1) (Foto: Anthony Devlin/AP)
Jake Davis, de 18 anos, foi preso em Londres
suspeito de ser o porta-voz dos hackers
(Foto: Anthony Devlin/AP)
Hackers do grupo AntiSec, em colaboração com os membros do Anonymous, declararam neste sábado (6) ter acessado uma “grande quantidade de informação confidencial” de 70 sites de agências policiais dos Estados Unidos em represália à detenção de um dos integrantes do grupo.
Os hackers afirmaram em comunicado que o roubo foi o maior já realizado nas forças de segurança dos EUA. O grupo estima ter divulgado mais de 10 GB de informações confidenciais, como e-mails, números de cartões de crédito, senhas e outros dados de 70 agências policiais no centro e sul dos EUA.

“Estamos liberando uma quantidade de informação confidencial que seguramente os colocará em apuros, desacreditará e incriminará policiais nos EUA", ressaltou os hackers. “Atuamos em solidariedade ao Topiary e aos defensores do Anonymous”, acrescentaram.

A polícia britânica prendeu um jovem britânico de 18 anos chamado Jake Davis em Londres, suspeito de ser o hacker por trás do nome "Topiary". Davis pode ser o porta-voz dos grupos Lulz Security (LulzSec) e Anonymous, e ter pirateado durante algumas horas o site da agência de combate ao crime organizado no Reino Unido SOCA, no dia 20 de junho.
O LulzSec reivindicou a realização de uma série de "ciberataques" durante 50 dias contra sites de agências do governo dos EUA e de grandes empresas, incluindo os da Agência Central de Informação (CIA), do Senado e da gigante da tecnologia Sony.

* Com informações das agências EFE e France Presse.

Sistemas iOS e MacOS podem convergir em 2012

Por Monica Campi, de INFO Online
 

Divulgação
Imagem da função Launchpad, no Mac OS X Lion, que possui atalhos para a inicialização de aplicativos
São Paulo – O lançamento do Mac OS X Lion eliminou algumas barreiras entre sistemas Mac e o móvel iOS. Especialistas acreditam que em 2012 essa convergência poderá ser completa.
Segundo os especialistas, o hardware poderá ser o responsável por essa unificação. O analista Peter Misek aponta que em 2012 a Apple irá investir no processador de quatro-núcleos A6, que permitirá convergir os dois sistemas e será a primeira a possuir uma plataforma para múltiplos dispositivos.
 
O recém-lançado OS X Lion já traz alguns aspectos do iOS, como a interface do Launchpad para inicializar aplicativos, além do serviço nas nuvens iCloud, que é consistente e não necessita de um dispositivo com alto poder de processamento.
De acordo com Misek, a intenção da Apple com essa convergência seria facilitar a experiência dos usuários entre múltiplos dispositivos, otimizando o uso de aparelhos como iPhone, iPad e Macs.
Ao utilizar um único tipo de processador para diversos tipos de dispositivos, como iPhone e MacBook Air, a unificação dos sistemas seria mais objetiva para a Apple, que não teria a necessidade de adaptá-los para diferentes chipsets. Porém, produtos high-end como o iMac ou MacBook Pro poderão requerer um tempo a mais para essa unificação para que seja aceitável ao seu ecossistema baseado em ARM.
É possível então que a Apple utilize a arquitetura ARM de 32-bit para a maioria de seus produtos com sistema OS X entre 2012 e 2013, com exceção dos dispositivos high-end. Então quando o ARM de 64-bit estiver disponível em 2016, é provável que a Apple unifique não somente os sistemas, como seus hardwares.
A unificação dos sistemas OS X e iOS iria beneficiar a Apple, que aumentaria a audiência de seu iAd, desenvolvedores de aplicativos teriam menos problemas com as diferenças entre as plataformas, especialmente agora que o HTML5 está decolando.
Misek também cita que custos menores em pesquisas e desenvolvimento seriam sentidos. “A inovação seria desenvolvida em torno de um único sistema. Além disso, o licenciamento de conteúdos seria um processo muito mais simples”, aponta.

Provedores roubam dados de buscas nos EUA

Por Monica Campi, de INFO Online
 

Getty Images
São Paulo – As buscas realizadas por milhares de usuários americanos estão sendo roubadas e redirecionadas por alguns provedores de internet (ISPs) no país.
Patentes registradas por uma das empresas envolvidas nesses roubos, a Paxfire, sugerem que estas ações possam fazer parte de um plano para permitir que provedores gerem lucros ao rastrear quais sites os usuários estão acessando. Tal prática é considerada ilegal nos Estados Unidos.
 
As firmas de advocacia Reese Richman e Milberg, especializadas em direitos do consumidor, entraram com uma ação contra um dos provedores e a Paxfire (que acreditam ser a responsável por fornecer equipamentos para os roubos e redirecionamentos).
Os roubos de informações parecem visar somente buscas por determinados nomes de marcas. Por exemplo, usuários que buscam pelo termo “Apple” na barra de buscas do navegador normalmente veriam os resultados na página do serviço de buscas de sua escolha.
No caso de envolvimento do provedor, a busca é interceptada antes de aparecer o resultado do serviço de pesquisas. No caso a busca é redirecionada para uma empresa de marketing online, que então direcionaria o usuário diretamente para o site de vendas da Apple.
Mais de 10 provedores nos Estados Unidos estariam envolvidos no esquema. A descoberta foi feita por dois pesquisadores do Instituto de Ciências da Computação da Universidade de Berkeley, na Califórnia. Eles monitoraram os redirecionamentos durante meses e garantem que o processo gera bastante lucro aos ISPs.
Os pesquisadores identificaram mais de 165 termos de buscas que estariam sendo repassados para empresas de marketing online e que então eram redirecionadas para as páginas comerciais das empresas.
Uma dessas empresas de marketing seria a Commission Junction (CJ), uma firma que os varejistas pagam para receber tráfego aos seus sites. Organizações que fornecem tráfego à CJ recebem uma parcela (cerca de 3%) das compras efetuadas pelos usuários nesses sites. A CJ informou aos pesquisadores que está investigando o comportamento dessas empresas acusadas.